
Três números, um corredor de pulso, voz e um mapa que guia. Explicamos o ecrã que tem na mão durante o percurso.
Em andamento, o ecrã faz uma coisa só — mostra o mapa. O seu ponto fica no centro, a linha do percurso passa por baixo dele, e tudo o que o portal quer dizer aparece uma coisa de cada vez e em grande: a próxima curva em cima, três números em baixo.
O portal guia pela linha, não «mais ou menos por ali». Está sempre a calcular em que ponto do percurso está, e daí saem a indicação da curva, o aviso de saída do percurso e a parte percorrida no relatório.

Em letra pequena por baixo dos três números aparece o mesmo que está no mostrador do relógio, para ninguém ter de olhar para o pulso para ver a data e o tempo: o dia, a temperatura exterior, os passos de hoje e o corredor de pulso. Cada um só aparece quando existe mesmo — o tempo vem do portal, os passos da última leitura do relógio, e um visitante do percurso sem conta não tem passos de todo.
Aqui não há pulso em tempo real, e isso é uma decisão, não uma falha: o telemóvel não o mede, e um valor com meia hora ao lado de uma distância em curso seria lido como «agora». O número atual está no pulso, onde é medido — porquê.
No cabeçalho deste ecrã, o nome completo dá lugar a o símbolo do hotel dentro de um círculo: o ecrã da caminhada é um mapa em todo o vidro, e o nome estava a tirar-lhe uma faixa.

O seu ponto fica sempre no centro, e a seta mostra para onde vai. A linha do percurso está desenhada a verde com contorno branco — assim vê-se sobre qualquer mapa. O seu próprio trajeto fica registado a dourado.
Pode mover o mapa com o dedo — nessa altura, o seguimento deixa de o manter fixo, e aparece no canto um botão redondo com mira. Toque nele e o seu ponto volta ao centro.
Vem desligada por defeito: um telemóvel a falar no bolso é uma surpresa. Liga-se com o botão «Voz» antes de começar ou com o botão redondo no canto do painel durante o percurso.
O que diz: uma saudação com o comprimento do percurso e o seu corredor de pulso, as curvas — a 60 metros e na própria curva, os quilómetros certos, «saiu do percurso» e o resumo no fim. No resto do tempo, fica em silêncio.
Se o telemóvel não tiver um pacote de voz para a sua língua, o portal diz o mesmo em inglês: no meio da floresta, falar em inglês é melhor do que não dizer nada. As indicações no ecrã continuam na sua língua.
Se se afastar mais de 40 metros da linha, o portal diz «saiu do percurso» e mostra uma barra com a distância até ela. No mapa, aparece uma linha tracejada desde si até ao ponto mais próximo do percurso — siga por ela. A voz repete a indicação a cada meio minuto até voltar; aos 25 metros, diz-lhe que já está de novo sobre a linha.
Os 40 metros, e não 10, não foram escolhidos por acaso: num caminho em serpentina, a volta seguinte do mesmo trilho pode passar a 40 metros, e um limite mais apertado daria alarmes em vão.
Sair do percurso não cancela nada nem termina nada: a gravação continua, o seu trajeto fica registado como está, e a linha tracejada só mostra o caminho de volta. Nem sequer precisa de voltar — a caminhada não se perde por isso; só a «% do percurso percorrida» no relatório será menor.

O telemóvel não mede o pulso — quem o regista é o relógio. Por isso, no início da caminhada, o portal diz «controle o pulso no relógio», e o próprio relógio aparece no ecrã durante 5 segundos, para ficar claro onde deve olhar. Depois, pode chamá-lo quando quiser: toque na linha com o corredor de pulso no painel aberto.
Como ler o pulso no pulso e de onde vem o corredor — no artigo Corredor de pulso.

Durante a caminhada, ela fica reduzida a 3 números e 2 botões — todo o resto do ecrã fica para o mapa. A pega no topo abre-a: ali estão o corredor de pulso, o interruptor da voz e o aviso para não apagar o ecrã.
Esse aviso não está ali por acaso: em segundo plano, o navegador para o GPS, e a caminhada termina discretamente no ponto em que o ecrã se apagou. O portal mantém o ecrã ligado por si, mas, se o telefone mesmo assim adormecer, o registo continua a partir do minuto em que o voltar a despertar.
E o principal: o telefone tem de ir consigo. Se ficar no quarto, regista o tempo, mas não o percurso — no cartão vão aparecer meia hora e 300 metros em linha reta. O pulso não é afetado, porque é o relógio que o regista; e o portal reconhece esse tipo de caminhada e diz isso diretamente no próprio cartão.
Sem internet, tudo o que o guia continua a funcionar. O mapa da cidade é descarregado para o telefone logo após a entrada; a linha do percurso e todas as curvas também ficam na memória — o portal calculou tudo antes, em vez de perguntar pelo caminho. Por isso, na floresta e na cave da colunata, o ecrã guia da mesma forma que na praça: o mapa aparece, a curva é anunciada, a saída do percurso é detetada, a voz fala. Nenhum destes cálculos vai à rede — é o próprio telefone que os faz.
A internet só é precisa uma vez — no fim. Carrega em «Concluir» — a caminhada é enviada para o servidor, e ele monta o cartão. Se nesse momento não houver ligação, a caminhada fica em fila no próprio telefone, aparece no ecrã «vamos guardar e enviar automaticamente», e ela segue no primeiro segundo em que a rede voltar: no hotel, no elétrico, no dia seguinte. Não há nada a perder nesse intervalo — ela já está registada.
O que a ligação durante o caminho dá, quando existe: o cartão abre logo após o fim, o pulso do relógio chega mais depressa, e os mosaicos do mapa para lá dos limites da cidade descarregada vão sendo carregados durante o percurso.