
3 testes são feitos pelo próprio relógio. Aqui estão todos os ecrãs e todos os botões pela ordem certa — para mostrar ao hóspede sem precisar de explicar.
São 4 testes curtos que a geriatria usa para medir não a doença, mas a função: se a pessoa se mantém de pé, se tem força para se levantar da cadeira, até onde consegue andar em 6 minutos. São feitos no início da estadia e antes da partida, e a folha final compara exatamente esses 2 pares de valores.
3 testes são feitos pelo relógio. O quarto — a força de preensão — precisa de um dinamómetro, e o valor é inserido no portal por um enfermeiro.
| Teste | O que o hóspede faz | Limite | Base do limite |
|---|---|---|---|
| Caminhada de 6 minutos | Anda 6 minutos ao seu próprio ritmo; o relógio conta os metros. | abaixo de 288 m — baixo, a partir de 360 m — bom | Ross 2010; 288 m correspondem a 0,8 m/s, 360 m — a 1,0 m/s |
| 5 levantamentos da cadeira | Levanta-se da cadeira e senta-se 5 vezes, com os braços cruzados sobre o peito. | mais de 15 s — baixo, até 10 s — bom | EWGSOP2 2019: 5 levantamentos em mais de 15 s = baixa força muscular |
| Equilíbrio numa perna | Fica em pé numa só perna enquanto conseguir manter-se. | menos de 10 s — baixo, a partir de 30 s — bom | Araujo 2022: não conseguir 10 s esteve associado a um risco de 1,84 |
| Força de preensão | Aperta o dinamómetro. | por sexo e idade | é inserida manualmente; o relógio não faz isso |
Os ecrãs são reais — vêm diretamente do código do próprio relógio. Botões: START em cima à direita, BACK em baixo à direita, UP e DOWN à esquerda.
O ecrã é tátil, por isso cada passo também tem um segundo caminho: o menu pode ser percorrido e escolhido com o dedo, e as páginas passam com um gesto. Mas, nos próprios testes, é melhor usar os botões — START e STOP são no botão: durante os 5 levantamentos o pulso fica encostado ao peito, e no equilíbrio numa perna estender a mão para o ecrã é perder o equilíbrio antes do tempo.










| Teste | Quem o para | O que aparece no ecrã |
|---|---|---|
| 6 minutos | O relógio, exatamente ao fim de 360 segundos. A meio, há uma vibração. | quanto falta e quantos metros |
| 5 levantamentos | O relógio, no quinto levantamento — mas STOP vale sempre mais do que o contador: os levantamentos são contados pelo acelerómetro, e isso é uma ajuda, não um juiz. | contador de levantamentos e segundos |
| Equilíbrio numa perna | Só uma pessoa. O relógio não a para sozinho — pelo movimento da mão não dá para perceber que o hóspede perdeu o equilíbrio, e parar 1 segundo antes estraga a medição. | segundos |
O resultado vai logo para o portal e volta com avaliação em três faixas: normal, bom, abaixo do limiar — a laranja. Três, e não cinco: uma escala de 5 pontos prometeria uma precisão que estes testes não têm, e na prática a decisão é sempre uma só — «abaixo do limiar» ou «acima».
Se o telefone não estava por perto, o resultado fica em fila e segue sozinho depois, como uma caminhada. «Medição não contabilizada» quer dizer que o valor é pequeno demais para ser uma medição — menos de 50 m, 2 segundos para 5 levantamentos ou segundos no equilíbrio: foi um dedo que escorregou, e é melhor não registar isso de todo.
O resultado entra na mesma folha da manhã que a noite. Abaixo do limiar, a folha propõe adicionar um procedimento, e não tratar: reforço muscular 2 vezes antes da partida, caminhada com bastões se o equilíbrio estiver fraco, ou os mesmos 6 minutos em 2 saídas curtas. Os limiares e o que resulta deles estão em artigo separado.
O hóspede vê os seus resultados na própria conta, na secção «Testes funcionais» — e é aí também que eles são comparados com a medição anterior.